sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Mr not so Grey

Daí que depois de ser "obrigada" a ler o primeiro da trilogia Greyniana, obviamente estava seca para ler o segundo - as vezes eu sou muito mulherzinha, nem me aguento.

Pois não queria gastar um centavo com isso, porque, né, livro ruim minha gente. É bom mas é ruim. E meu dinheirinho tem vindo com muito suor por estes dias... nada a ver com o tempo maluco que aflige paulistanos e afins.

Como sou um ser muito bem relacionado descolei uma versão em PDF com uma das minhas super amigotas. E devorei-o-o e gostaria de fazer uma resenha magnificamente bem redigida para vocês, caros amigos - leitores - gente - que - eu - pago - pra - falar - bem - de - mim. Mas não vai rolar... desculpa aê!

Porque basicamente a resenha seria: mr. Grey amarelou.

É isso. Acabando com todas as futuras expectativas de quem ainda não leu o livro: Christian Grey virou o maior bundão da estória do homem (pseudo) monogâmico vivendo numa sociedade (pseudo) civilizada.

Acho que nem vou ler o terceiro. A vida é muito curta, não é mesmo?

Por outro lado, me diverti muito digitando "Mr. Grey" no Google Imagens:




:-D

Tô viva.

Ô blogzinho mais esquecido, diz aí.

Sacode aê as teias de aranha pra ver se dá pra ler alguma coisa... se o tédio bater forte, pula pra cá. Porque gente boa qui nem eu é assim: compartilha o que vale a pena.

Masssss...

... se resolver insistir a navegar por terras presentementes, faço-lhes um resumo das minhas últimas aventuras. Espero que divirtam-se - pois eu me diverti deveras!

Tenho voltado à ativa, devagarinho que é pra mor do corpo não reclamar demais. Eis que no último mês fui no show do Rappa (SEMPRE sensacional), Ana Cañas (surpreendente e lírico), Céu (gostosim), Maná (gosto muito! Muito! MUITO!), Frejat (me diverti mais com as companhias!) e at least but not the last, Spirit of London. Este último nem sei bem como classificar... algo como "festa estranha com gente esquisita".

Show é a melhor balada, sempre digo. Você bebe, escuta um som legal, pratica os sentidos ninja tentando fumar sem ser pego pelo segurança, e ainda exorcisa os espíritos cantando bem alto sem ninguem te tirar de louca varrida.

Mas não só de shows vive a Dani!Ela também curte um cinema 4D!!!

Assisti Dredd naquele cinema novo, do Shopping chiquérrimo da JK. Uma coisa. Mármore no chão. Nas paredes. No teto. Na roupa dos seguranças. Overdose de mármore e riqueza. Nem sei se deixam você entrar lá se chegar a pé.

Aliás, nem sei como me deixaram entrar.

Pois entrei e fui ver o filme - bem meia boca. Mas o cinema....

.... aaaaaah o cinema. É uma experiência! A cadeira mexe, tem vento na cara, cheiro, luzes.... dica de sucesso: nunca, jamais, em hipótese alguma, coma uma feijoada antes de pegar uma sessão 4D.

Quem avisa, amigo é.

Mas o filme, passo.

Em compensação semana passada me convidaram pra ver o Bond. Olha só, nunca fui muito fã da franquia "his name´s Bond", mas tenho que dar o meu braço a torcer. Quer dizer, o Daniel Craig não é nenhum Sean Connery... mas neste último parece que ele acertou um pouco mais! É muito bom! E tem o Javier Bardem in - so - fis - má - vel - men - te o melhor vilão que eu conheço! E eu até entendi a estória!!! (Sim, porque nos dois últimos filmes eu boiei um bocado!)

E é isso, minha gente. Tenho trabalhado demais, por isso sumi deste canto. Mas, se tudo der certo, logo voltaremos à programação normal.


segunda-feira, 8 de outubro de 2012

domingo, 7 de outubro de 2012

Cincoenta

People beautiful´s,
eu ia escrever a resenha deste livro, mas daí achei a Ellen Degeneres tentando ler um pedacinho e, bom, diz tudo muito melhor do que eu faria...


I´m a bad girl...

domingo, 30 de setembro de 2012

Maniaê.

Ando numa mania de acústicos...



Canta, Florence.

sábado, 29 de setembro de 2012

Consumo consciente e produção de lixo

Tava lendo uma revista - Bons fluidos, acho, e tinha uma propaganda da editora comentando sobre a lei do lixo que finalmente foi regulamentada.

Isso é muito importante, e muito legal... e não lembro de ter visto ninguém comentando! Mas funciona basicamente assim: todos os envolvidos na cadeia de produção são responsáveis pelo que foi produzido. Na prática quer dizer o seguinte: você comprou um celular, usou (bastante, eu espero) e depois de um tempo quer trocar. Daí você vai devolver o seu celular usado pra loja onde ele foi comprado, a loja devolve pra fábrica que o produziu e a fábrica tem a responsabilidade de descartar este lixo de forma correta - reciclando ao máximo, inclusive. Ou seja, todos os envolvidos são responsáveis pelo produto!

Isso é muito bom. Eu acredito sinceramente que é o primeiro passo para criar uma consciência coletiva de responsabilidade no consumo. A gente anda muito descartável, né não?

Agora é divulgar, comentar, discutir e fazer valer a cidadania.

Leia a lei completa neste link.



Open your eyes
Snow Patrol

All this feels strange and untrue
And I won't waste a minute without you
My bones ache, my skin feels cold
And I'm getting so tired and so old
The anger swells in my guts
And I won't feel these slices and cuts
I want so much to open your eyes
´Cause I need you to look into mine
Tell me that you'll open your eyes [x4]
Get up, get out, get away from these liars
´Cause they don't get your soul or your fire
Take my hand, knot your fingers through mine
And we'll walk from this dark room for the last time
Every minute from this minute now
We can do what we like anywhere

I want so much to open your eyes
´Cause I need you to look into mine
Tell me that you'll open your eyes [x8]
All this feels strange and untrue
And I won't waste a minute without you

 

Movimentado, hein?

Galera,
faz um tempinho abriu mais um shopping na Babilônia. Daqueles mega chiques, cheios de Chanel e afins... mas com um ponto de ônibus na porta então nós reles mortais conseguimos conhecer o espaço! Éeee... porque nesta cidade humilde tem dessas, um shopping no meio do nada que ou se chega de carro, ou não se chega.

Mas o que eu quero contar nem é do shopping metido a besta. É que lá tem um tal de um cinema 4D. Quatro dê, gente amiga.

Três dê as cenas saltam na sua cara. E quatro dê é tipo, sei lá, disney. A cadeira pula (cuidado com o canudo do refrigerante. Quem avisa, amigo é). Tem cheiro. Vento. E se resolver assistir Titanic, vá de bóia.

Eu fui ver um filme super fofo chamado Dredd. Olha só quanta fofice:



Confesso que saí cansada de tanto tiro que levei. Da próxima vez que inventar de ver filminho 4D, vou de Ursinhos Carinhosos. Mesmo assim indico a experiência, é um programão!

E eu nem gosto de pudim!

Peoples beautifuls,
acho que já contei pra vocês que tive a felicidade de ganhar meu último livro da Agatha Christie, não? Ando tão ausente deste blog (shame on me!) que nem lembro mais o que tenho compartilhado cocês... vergonha, vergonha.

Enfim, ganhei-o-o, li-o-o, e compartilho-o. Ao som do Snow Patrol que é a melhor banda de todos os tempos da última semana.

Seis contos, dos rápidos. E quase no final da minha maratona Agathachristiniana (sim, estamos nos encaminhando para o final) descubro que Poirot tem olhos verdes. Olhos verdes! Nanico, bigodudo, impecável, cabeça de ovo e de olhos claros. Figura hein?

O conto que dá nome ao livro é uma quizumba. Um príncipe perde uma pedra preciosíssima e precisa recuperá-la antes do casório senão descobrem que ele andou ciscando onde não deveria. Daí você se pergunta como é que Poirot sabia que que a pedra iria parar naquela casa, com aquelas pessoas, naquela tradicional comemoração de Natal. Eu me perguntei... e desencanei, porque, né, é D. Agatha afinal.

Aí tem o mistério do baú. Muito "Festim diabólico". E bom igual. Não sabe o que é, clica aqui.

O reprimido trouxe um caso de hipnose. Eu poderia jurar que Poirot não acreditava nessas coisas... mais uma descoberta. Um assassinato e um inocente injustiçado, e a única salvação é a intuição da viúva. Bom, bom.

As amoras pretas achei fantástico! Um senhorzinho vai jantar no mesmo restaurante toda terça e quinta feira, e sempre come a mesma coisa. Eis que um dia ele pede um prato diferente e deixa todo mundo surpreso, e Poirot além de surpreso fica extremamente preocupado. Em poucos dias o tiozinho aparece morto. Acidentalmente morto. Ooooooou será quer não?

Não mesmo. O cara foi assassinado e Poirot sabe disso só porque ele pediu um cardápio diferente. Bem óbvio quando ele explica a lógica, by the way.

E o outro, em que o cara sonha repetidas vezes que as 15 horas ele pega um revólver e dá um tiro na cabeça??? Si - nis - tro. Claro que uns dias depois de contar o sonho para o cabeça de ovo, ele pega um revólver e dá um tiro na cabeça as 15 horas. Freud explica.

O último é da Miss Marple, pra variar um cadinho... uma moça presa numa casa, a outra presa na edícula, e no quintal a proprietária solteirona e milionária leva uma flechada no pescoço e morre. Tô resumindo horrores, claro. Mas esse nem é tão divertido, não vou gastar meu português!

Então é isso, seus lindos. Leitura rápida, fácil e indolor. E bora pro próximo - que nem te conto qual é.

Tá bom eu conto. Tô lendo a saga do Christian Grey. Sim, estou perdendo meu precioso tempo com isso - e, olha, até que é divertido!

A aventura do pudim de natal
Agatha Christie
Nova Fronteira
191 páginas
Nota: 7/ 10

Paixão, paixão...

Gentem,
escutem essa música.

Repeat eterno.

Feliz feliz feliz por ter encontrado este CD na metade do preço! Fnac, ti amu.

 

sábado, 15 de setembro de 2012

Comer, comer

Alguém aí lembrou do Restaurant Week?

Pensei que não conseguiria participar desta vez... mas ontem a noite após o treino da academia (depois de uma certa idade não se pode mais brincar com a gravidade, e esta que vos escreve malha sim nas noites de sexta feira. E nas tardes de sábado. E as vezes nas manhãs de domingo), amigas fiéis camaradas me deram as forças necessárias para me arrastar até o Bistrô Faria Lima.

Olha... até tinha curiosidade de conhecer esse aê, mas minha escolha recairia sobre outro, fácil - tipo o Ping Pong. Eu tô dooooooooida pra conhecer o Ping Pong. Mas enfim, democracia é isso - uma merda.

Sem crise.... a comida estava boa, o lugar é bacaninha e a cerveja estava gelada. Mas vamos dar os devidos créditos: o que fez a minha noite mesmo foi a companhia. Como eu dei risada, afe. Vida cíclica, graças a Deus: semaninha do cão que terminou numa noite divina!

Agora é o seguinte, mulherada: bora preparar a agenda (e o bolso) pro próximo evento:


Como diria o sábio Sérgio Mallandro, ié ié.

Quem tem amigos, tem tudo

Pois sexta feira (sua linda) chegou e com ela uma surpresa boa sobre a mesa do trampo!


Eis que vamos continuar os trabalhos!!!

Chão, valeu. Salvou o mês!

domingo, 9 de setembro de 2012

Xiiiii....

.... problemas tecnicos à vista!

Nós não temos o próximo da lista de Dona Agatha! Peeeeor! Nós não temos tempo para ir atrás do dito cujo!!!!

Nós estamos deveras desolée!!!!


Se-te-de-Se-tem-bro

Feriadinho. Sol. Zezé na praia. Por que não me juntar à ela?

É, por que não? Pois peguei minha mochila companheira de todas as horas (sim, eu moro numa mochila), escolhi o livro da vez e fui.

Claro que tive alguns contratempos. Muita gente e pouca passagem, muita vontade e falta de paciência... enfim, descí a serra.

A escolha do livro foi deveras importante! Estava em dúvida entre "Zorba, o grego", um do Morris West, e outro que foi descrito como "(...) Bridget Jones vinte e cinco anos mais velha".

Eu sem muita paciência pegando estrada cheia, melhor optar pelo último.


Deveria processar quem escreveu essa contracapa. Bridget Jones uma ova!!! Mas apesar de tudo foi um bom companheiro de descida de serra... ouquei, cancela o advogado.

Pois então estive eu as voltas com Rose, mulher de meia idade, mãe de dois filhos já adultos, editora da coluna de literatura de um grande jornal e casada com um marido lindo e dedicado.

Daí, pluft! A Cinderela acordou e viu que foi trocada pela assistente boazuda. E como desgraça pouca é bobagem, além do marido ela também perde o emprego pra assistente boazuda. Mano, até o gato dela morre. Seeeee fooooosseeeee estilo Bridget Jones, aqui seríamos envolvidos por reminiscências absurdamente engraçadas, mais cômicas do que trágicas, certo?

Pois não é o que a autora decidiu, por aqui. A partir deste ponto somos convidados a reviver fatos importantes da vida da personagem. Momentos de extrema felicidade como o nascimento dos filhos... dolorosos como a perda do pai, do grande amor, um aborto espontâneo... Não tem leveza, não. Muita angústia, frustração, até a fofa achar um apoio e iniciar a própria reconstrução.

Apesar de tudo, é um livro gostoso. Totalmente feminino, e doce em sua dor - coisa de mulher, mesmo!

A vingança da mulher de meia idade
Elizabeth Buchan
Ed. Record
430 páginas

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Por isso que não jogo tênis

Esse é daqueles que eu já tinha lido, sabia que era batuta, mas não lembrava de necas... daí eu lí e vi já tinha lido mesmo, nem é tão batuta assim e eu lembrava de quase tudo.

Hum, hello Alzheimer.

Daí é mais ou menos assim: um príncipe das Arábias prestes a enfrentar uma revolução consegue contrabandear para fora do país um montante considerável de pedras preciosas muquiado numa raquete de tênis.

Sabe o que é muquiado?

Pois então, pedrinhas desejadas muquiadas no cabo da raquete da sobrinha do seu piloto. A menina volta pra Inglaterra sem saber que está de posse de alguns milhares de milhões de dinheiros. E vai pra escola levando sua raquete... que agora tá bichada com o peso extra.

O que ela faz? Troca de raquete com uma amiga.

É óbvio que alguem viu a raquete sendo remexida, liga os pontos e tenta se apoderar da raquete. E aqui as coisas ficam sanguinolentas... morre um... morre outro... e mais outro! Mas o povo é meio leso e é só lá no finalzim que alguem lembra do super Poirot.

Que é um gênio em forma de belga e resolve tudo em três páginas. Pra que mais, não é mesmo?

Moral da estória: da próxima vez que inventar de muquiar pedras preciosas na raquete de alguem, feche a janela antes.

Um gato entre os pombos
Agatha Christie
Ed Nova Fronteira
251 páginas

domingo, 26 de agosto de 2012

Cry, baby

Derramando-se entre meus lábios o gosto da penumbra

tenta matar a sede e despir o desejo dessa ansia que me persegue

sempre que o seu perfume instiga a minha cintura.

Entre sombras e lençóis vou perdendo e encontrando a fúria

a loucura e o calor da sua pele revelada inteira

deslizando suave na palma da minha mão.

A sua entrega me liberta e o seu sorriso provoca o meu

E é tenso, forte, suave e doce

Especial, único e lindo.


terça-feira, 21 de agosto de 2012

domingo, 19 de agosto de 2012

Um livro duro, duro, duro.

Me enrosquei na personagem, Eva, mulher que levou o termo "independente" ao máximo grau, cidadã do mundo todo, não querendo pertencer a lugar algum... e mesmo assim, tãaaaaao americana. Um tanto quanto vazia, insolente, boba até.

Talvez por isso queira enraizar uma família e decide ter um filho. Ainda por isso, quando o primeiro filho demonstra-se inadequado ao seu conceito de "filho", decide - contra a vontade paterna, ter mais um. Uma menina, agora. Delicada demais, singela demais, vítima perfeita.

Anos criando um pequeno monstro e sendo confrontada pelo pai que não quer enxergar. Até o massacre final, a revelação do óbvio.

Precisamos falar sobre o Kevin é surpreendente, mesmo a gente já sabendo como tudo vai acabar. Pretende-se entender os sentimentos de uma mãe que se considera imperfeita, e vai além: tenta-se dar um propósito ao ato kamikase de seu filho. Que não é louco, nem desequilibrado, mas sim extremamente inteligente, e desafiador.

A autora foi muito feliz ao contar o drama do embate entre mãe e filho através de confissões, cartas endereçadas ao tonto do pai. Nas cartas Eva vai retratando o filho como ele é, e sua forma de testar os limites do permitido com requintes de crueldade, que vão se tornando cada vez mais perigosos e sinistros com o passar dos seus anos. Kevin pode até atinge o alvo, mas não quebra a frieza materna.

Através dessas cartas sabemos de toda a conivência do pai, que veste a camisa do paizão e segue num teatro ainda mais bobo que na solidão de sua vida anterior. Cada golpe de Kevin é amortecido e torcido, e o menino segue sem rédeas, cheio de raiva e numa angústia muda.

Depois de tudo, fui absolvida pela própria Eva, tão imperfeita, dura, e perfeitamente mãe.



Precisamos falar sobre o Kevin
Lionel Shriver
Ed. Intrínseca
463 páginas

domingo, 12 de agosto de 2012

Homem morcego

Muita gente torceu o nariz. Mas eu gostei.

Adorei aquele monte de destruições catastróficas, achei o máximo aquele "vô num vô" xexelento do personagem principal, amei a belíssima bolota radioadiva, também conhecida como bomba atômica.

Curtí especialmente a obviedade do vilão.

E ó, nem vou reclamar do fato do Bane ter quebrado a coluna do Batman e ele ter chacoalhado o esqueleto e voltado ao normal (e se você é ou foi viciado em quadrinhos como esta que vos escreve, sabe que isso nãaaao é um spoiler. É um fato. Bane deixou o fofo tetraplégico, get over it.) Também não vou dizer nooooossa-que-chato-mais-um-filme-Deus-é-americano. 

Tá bom, já disse.

Mas acredite, nem liguei mesmo. Fui pra me divertir, e me diverti de verdade. É uma estória muito bem contada e ponto.

Pois nem se preocupe de ser o último filme da trilogia, que tô achando que logo logo vem uma "segunda" trilogia por aê. Fazer o que né... aparentemente todas as estórias já foram contadas em Hollywood... o negócio é ficar se repetindo ad eternum.

Enfim, enquanto estiverem ME divertindo, nem te ligo.

Morcegoman, RISE!