segunda-feira, 28 de junho de 2010

Es - pe - ran - do...

Eu tão geminiana......

Comprei alguns livros através do Estante Virtual. Primeira vez, estou ansiosa. Por enquanto estou curtindo... vamos ver se os livros chegam bons...

Aviso vocês... se eu sobreviver a essa ansiedade....

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Que chato, Agatha!

Bom... eu sabia que uma hora eu iria me frustrar... porque não é possível acertar todas, né?
E dessa vez me frustrei le - gal.

Não sei se a tradução que ficou falha, ou se a escritora tava com a cabeça cheia de bourbon, mas a estória ficou cheia de pontas soltas... totalmente dispensável esse aí.

O mistério de Sittaford
Nota: 2/ 10

Durante uma nevasca um grupo de vizinhos faz uma brincadeira espirita - tipo aquele da mesa com as letrinhas que a gente faz quando criança e fica se cagando de medo até os 31 anos. Aí durante a brincadeira eles recebem uma mensagem dizendo que um deles (que não está presente) tinha sido assassinado. And guess what... o cara realmente foi assassinado!

E é isso. Heehheheheh. Quer dizer, tem mais algumas coisas, claro. Mas não empolga. Não perca seu tempo honey.

domingo, 20 de junho de 2010

Brasil il il!!!

Gente,
como eu sooooofro em época de Copa, afe! E é lóoooogico que entrei num bolão então não sofro só no jogo do Brasil il il. Sofro em toooodooooos os jogos. Todos mesmo, porque essa copa tá mega atípica. Hoje mesmo a Itália me trincou de vergonha e fod*&¨¨%%%$ o meu bolão. Tudo bem.

E esse jogo de hoje... o que era aquele time? Vocês viram o tamanho daqueles jogadores???? E o uniforme deles era da Copa passada... não servia mais!!!!

E o juíz... ah sr. Juiz, como não xingar a sua digníssima mãe? Acho que você perdeu as lentes de 15 graus de miopia antes da partida.... por um lado foi bom porque assim você não viu o Fabuloso tratando a bola como se fosse uma peteca. A mão de Deus a brasileira. Golaço, apesar de tudo hehehehe...

Mas por outro lado.... coi - ta - do do Elano. Shame on you sr. Juíz. E o Kaká, o nosso bom moço? Foi expulso porque... estava na frente do jogador da CDM?! Vergonha alheia, sr. Juíz.

Mas o importante é o que importa e nossa seleção está classificada. Excelente.

A tristeza é o próximo jogo ser na sexta feira as 11h. Vou ter que ver o jogo na agência......

Vamu Brasiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiil!!!!


Quero ver esse patriotismo todo na época das eleições....

A paixão de Clarisse

Peoples beautifuls,
esse livro é difícil. Existencialista master. E vou contar que ele pede dedicação. Se não estiver no mood, desencana. Espera a hora certa pra ler. É incrível, mas da um soooooonooooozzzZZzZZZzzzzz...

Como todo livro difícil ele traz n interpretações. Fiz 3 pra vocês, que compartilho abaixo:

Resenha A:

Maaaaaano que mulher porca!!!! Eca eca eca!!!! Entrou no quarto da empregada e quase morreu de nojo. Achou uma barata e quase morreu de nojo. Comeu uma barata e eu quase morri de nojo!!!! Depois entrou em crise. Ah tá.

Resenha B:

Mulher em crise (de meia idade? Hum). Faz um monólogo pra uma presença invisível (terapia necessária). Começa suas filosofias com a última frase do pensamento anterior (bêbada?). Sofre loucamente com a visão do quarto da empregada (falta de problema). Tem seu momento epifânico quanto prende uma barata na porta do armário (socorro).

Resenha C:

O vazio da vida questionado por Clarisse Lispector, essa mulher de pensamentos desnudos. Ela apresenta GH num monólogo e nos convida a participar da estória, sendo a mão que lhe dá coragem para continuar a procura de si ("Estou tão assustada que só poderei aceitar que me perdi se imaginar que alguém me está dando a mão" p. 16)

É uma leitura angustiante partindo de sua natureza introspectiva. Propositalmente Clarisse nos coloca na posição de GH, situando o momento epifânico na cena rotineira da vida.

Não há uma estória, de início meio e fim. É uma sequencia de pensamentos, de relatos psicológicos do sentido da vida de GH, que se vê de repente tomando café da manhã sem saber exatamente o que está fazendo. E entende que deve desconstruir sua identidade humana, voltar ao selvagem, ao primitivo, para se libertar do automatismo natural da vida.

E essa transcendencia acontece quando GH se depara com uma barata - um ser primitivo, tão velho que imemorial, um ser que lhe desperta o nojo e repulsa. E pela barata GH se entende como não humana, e seu mundo se desorganiza ("... estou procurando. Estou tentando entender. Tentando dar a alguem o que vivi e não sei a quem, mas não quero ficar com o que vivi." p. 9)

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Novas ferramentas

A noite vai ser longa (bendito nariz!) e vou aproveitar pra fuçar nas novas ferramentas do blogspot. Fiz aniversário, super indicado iniciar uma nova fase com uma nova "roupagem"!

Apassionada!

Peoples beautifuls,
estou apaixonada pelo filme da Volks, do elefante! Olha que fofo!

Again

Aqui estou eu, podre, again.
E tô achando que a culpa é da Clarisse... aqueles olhos, sobre aqueles ossos, tão elegantes... ela escreve como se estivesse me olhando nos olhos e falando, falando, falando sobre mim! Killing me soflty, you know.
Tenho alma espalhada pelo quarto, tropeço em meus discursos, desvio os olhos. Mas ela não.
Enfim, aqui estou. E alí, e um pouco acolá.
E a febre veio... dor no corpo, a cabeça parece um tambor. I should deserve this. Como pude tentar entender a alma dela?
Castigo divino.