Sr. Ken Follet, esse seu livro é bom, mas eu esperava mais. Pra quem leu "O buraco da agulha"e ficou assim, empolgada, ler este livro foi como um balde de água fria. E ninguém merece balde de água fria com este tempo que está fazendo em Sampa. Não não.
É um romance policial bem comum. Feminino demais, até. Não convence, não empolga, e o que é pior: não surpreende.
A estória é assim: a Rússia e a Inglaterra estão pra assinar um tratado de cooperação em caso de guerra, já que a Alemanha tá bombando e eles estão sentindo que vai dar merda. Os comunistas russos descobrem que vai rolar um acordo e decidem melar tudo, assassinando o representante russo. Aí, o anarquista pirado que vai pra Inglaterra matar o fofo foi amante da mulher do representante inglês. Fala sério sr. Follet, não cola!!!
Um caso de amor muito do mal contado, uma filha bastarda e uma mulher torturada pelo passado. Não lembra romance daqueles de banca?
Apesar do enredo borocoxô o autor escreve bem. O livro tá bem escrito e a estória bem amarradinha. (Também né? Que fio tem pra ficar solto???)
O homem de São Petesburgo
Ken Follet
Nota 4/ 10